Nas memórias bonitas da minha história restaram as aulas de inglês, as brincadeiras inusitadas, os sonhos compartilhados, o bom gosto musical, os passeios embalados por Bob Dylan, Leonard Cohen e outros mais, as análises críticas de cinema, as notas de rodapé sobre arte, cultura e culinária, as indicações de leitura, o Edward Bunker que jamais deixarei de ler, o companheirismo, as demontrações de afeto, o amor!
As saudades farão parte do meu todo, e já latejam aqui no peito as lembranças dos abraços apertados, dos sorrisos descontraídos, dos olhos brilhantes, dos beijos apaixonados, dos planos projetados.
Ficaram gravados em mim os momentos de lazer, os "brebotes" pra comer, as crises de risos, os golpes de aikido,as discussões que desaguaram em crescimento, as impressões de um mundo até então desconhecido por mim.
O sonho hoje acabou, mas fica aqui tudo o que pude desfrutar do inusitado de nós dois!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
O dia que o sonho acabou
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Milla
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14:24
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
destruição
eu estou destruída por dentro e por fora
e a causadora dessa destruição sou eu
é aterrorizante tudo isso
mas a vida quis assim
"solidão
foge que eu te encontro
que eu já tenho asas"
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Milla
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20:54
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Marcadores: dissonâncias
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Ctrl + Alt + Del
É cruel notarmos que nossas decisões interferem diretamente em outros projetos de vida, que não nos dizem respeito mas que é necessário justamente termos respeito por isso, para não fazer sofrer pessoas que queremos bem. Fazer pouco disso é o suprassumo do egoísmo.
E como somos egoístas! O tempo todo...
É preciso muitas vezes mudar a posição sob a qual estamos identificando o problema para que ele nos pareça mais claro, e dói tanto fazer isso.
Mudar é doloroso, é na mudança que nos deparamos com nossos defeitos, os mesmos que jogamos pra de baixo do tapete para que ninguém veja com facilidade mas que sabemos da existência.
É duro olharmos pra dentro de nós mesmos e percebermos tantas coisas ruins que não gostamos de enxergar. Eu confesso que muitas vezes tenho asco a mim mesma...
Nesse momento tenho vontade de dar um Ctrl + Alt + Del e reiniciar tudo num novo contexto, mais harmônico e justo para todos!
É mais ou menos isso...
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Milla
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18:07
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
as nossas decisões
Dar passo em falso muitas vezes é o pressuposto das decisões que tomamos na vida, e a vida é constituída por inúmeros passos em falsos que damos.
É preciso vislumbrar no horizonte o que projetamos para nós mesmos, para não perder o foco e vir a caminhar no escuro.
A arte de tomar decisões está imbricada na necessidade da auto reflexão constante, e isso não é tarefa fácil, mas quem disse que viver é fácil?!
Estamos numa busca incessante por felicidade, pelo amor e paz, mesmo que esta busca não passe de momentos na nossa vida, como quem toma fôlego na superfície para mergulhar novamente no cotidiano difícil e cheio de novas decisões ou indecisões.
Extrair desses momentos a essência da vida é o nosso maior desafio, por isso tento constantemente tornar marcantes os momentos de felicidade, amor e paz para que assim eu tenha sempre no meu horizonte o ideal de uma vida tranqüila.
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Milla
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01:54
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
ônibus nosso de cada dia
Eu estou a algum tempo querendo falar sobre um assunto cabuloso e que me acompanha cotidianamente desde que me entendo por gente... pegar ônibus!
Não, não é uma crítica ao sistema público de transporte, mas sim de quem compõe aquele pesadelo nosso de cada dia... os passageiros!!!
Gente, de boa, eu tenho a vaga impressão de que as pessoas são acometidas por um surto coletivo de má-educação que começa no primeiro degrau da porta de entrada do ônibus e termina ao descer dele.
Num dia desses, num desses ônibus lotados, entraram duas mulheres com crianças de colo, uma delas "alcançou o seu lugar ao sol" e conseguiu um assento cedido por uma senhora de idade, e a outra coitada ficou em pé se pendurando para equilibrar a criança e não cair, eu tive que pedir para um rapaz para levantar-se e ceder o lugar!Gente onde estamos??? nem o cavalheirismo existe mais!!! e não me venha com essa desculpa de emancipação feminina não, estamos falando de algo prático: educação e cavalheirismo.
Aliás, o que é que dá no ser masculino ao subir no ônibus heim?! Eu tenho vontade de saber se realmente é excitante aquele amontoado de gente, suando e se degladiando por um espaço que seja. Definitivamente, eu não me sentiria atraida por aquilo, é cruel ter que aturar o esfrega-esfrega dos homens.Homens de plantão segurem seus instintos, é chato e contrangedor...
Sinceramente, a impressão que eu tenho é que os instintos mais primitivos do ser humano são estimulados a partir do momento em que se adentra num coletivo.
Pronto falei!
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Milla
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17:26
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
plim! é isso
Tentando me segurar para não voar
idéias, idéias e idéias
uma avalanche delas
projetos, pesquisas e sonhos muitos sonhos...
ahhhhhhhhhhhh eu queria um pouco menos de ansiedade
C'ést la vie, cherrie!
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Milla
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12:10
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Marcadores: fragmentos, o tempo
